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Eu sempre li muito

Eu sempre li muito. Mas escrevi pouco.

Meu interesse pela literatura é uma herança do meu pai que me contou histórias desde sempre.

Nós morávamos numa casa humilde, no interior do Paraná e, nos dias de chuva, meu amado pai não ia trabalhar no trator. Ele ficava em casa e contava histórias.


Nós nos sentávamos sobre a caixa da lenha, pertinho do fogão que consumia o conteúdo das histórias tão rápido quanto eu pedia as histórias.

E lá vinham elas… de reis, rainhas, princesas, histórias bíblicas, causos e até fantasmas.


Enquanto isso, minha mãe transitava entre os três metros que separavam a sua máquina de costura, do nosso fogão à lenha. Às vezes palpitava, mas só quando meu criativo pai (ou seria esquecido?) mudava alguma palavra de lugar.


Mal sabia ele que estava mudando o mundo!


Hoje eu venho aqui: compartilhar um pouco desse mundo.

Um mundo cheio de sonhos, alegrias, fantasia e amor. Um mundo capaz de transpor dimensões e viver a verdade que há em mim e que, de alguma forma, também está em ti.

Esse blog é um exercício literário, mas prometo fazer dele um espelho da minha alma.


Como eu disse, sempre li muito…


*nesse momento estou escrevendo em pé, com o chromebook sobre a bancada, na escuridão do meu apartamento, no centro de Porto Alegre.


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